Muito ecléctico…
Olá, mundo!
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Centenário da República
A vida era difícil no Alentejo dessa época e, aos 13 anos, mudou-se para Lisboa. Aos 18 anos foi modelo de inspiração para o escultor Simões de Almeida que, a partir dela, criou o busto da República. Vinha certamente de uma família com uma mentalidade bastante aberta, para se ter prestado a servir de modelo ao escultor. Deduz-se que terá sido uma mulher lindíssima, pelo busto que conhecemos. Não existem registos documentais, sabendo-se apenas que Ilda Pulga era costureira em Lisboa e não deixou descendência. Veio a falecer aos 101 anos de idade no ano de 1993, já em Lisboa.
Ilda Pulga – uma figura histórica que fez História sem ter deixado a sua história…
CUIDE do seu CORAÇÃO. Só tem um…
1. O seu coração bate cerca de 1000.000 vezes por dia, bombeando em média 7560 litros através de 96550 km de vasos sanguíneos que nutrem os nossos órgãos e tecidos.
2. Um coração masculino pesa em media 285 gramas; o da mulher cerca de 250 gramas. Os sintomas de ataque cardíaco também podem ser diferentes. A mulher tende a ter náuseas, dispepsia e dores nos ombros; os homens têm dor no peito com irradiação para a mandíbula ou braço esquerdo.
3. O coração de uma pessoa risonha bombeia mais 20% de sangue, ajudando a aliviar o stress relaxando e expandindo as paredes dos vasos sanguíneos.
4. A elevação abrupta no cortisol matinal (a hormona do stress) pode causar a ruptura de uma placa de colesterol, hipertensão arterial ou aumento da frequência cardíaca.
5. Uma boa saúde sexual pode significar um coração saudável. Os homens que têm orgasmos entre 3 e 4 vezes por semana podem evidenciar fortes benefícios na protecção cardiovascular. Inversamente, a disfunção eréctil não augura nada de bom, indicando na maioria dos casos uma grave aterosclerose coronária.
O Dr. Luís Romariz licenciou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do Porto em 1979, e especializou-se em Medicina Familiar em 1988, tendo actualmente o grau de Assistente Graduado. Tem desenvolvido a medicina preventiva nos últimos 25 anos e alcançou o International Certificate of Age Management Medicine no Cenegenics Medical Institute de Las Vegas, em 2005. Tem ainda uma pós-graduação pela Harvard Medical School e é membro da Americana A4M, da Life Extension Foundation e da Andropause Society, do Reino Unido. É o fundador do Instituto Médico NewAge, no Porto
Condenados… mas fora das grades!…
CASA PIA de LISBOA – A História
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A Casa Pia do Castelo 1780-1807
No dia 3 de Julho de 1780, no reinado de D. Maria I, no contexto dos problemas sociais decorrentes do terramoto de 1755 que devastou a cidade de Lisboa, foi fundada a Casa Pia de Lisboa por iniciativa de Diogo Inácio de Pina Manique. Pina Manique rodeia-se de colaboradores prestigiados, como José Anastácio da Cunha, poeta e matemático, antigo professor da Universidade de Coimbra, a quem nomeia regente de estudos e encarrega de elaborar o plano curricular e o regulamento interno da Casa Pia. No Castelo de S. Jorge foram aplicados os mais modernos e audaciosos métodos pedagógicos que transformaram a Casa Pia numa escola precursora do ensino técnico-profissional, do ensino artístico e do ensino musical no nosso país. Treze anos depois da sua fundação, em 1793, a Casa Pia de Lisboa, de humilde recolhimento de crianças órfãs e abandonadas, tinha-se transformado numa grande Instituição de Solidariedade Social, uma escola moderna, com mais de um milhar de alunos. Em resultado das invasões francesas e da ocupação de Lisboa pelos exércitos napoleónicos, Junot instala no Castelo as suas tropas. As crianças da Casa Pia foram desalojadas e distribuídas por asilos, paróquias e conventos. Outras ficaram simplesmente na rua.
A Casa Pia no Convento do Desterro 1811-1833
A fase do Desterro foi um período triste na vida da Instituição, muito longe da época áurea do Castelo. No Desterro, os rendimentos eram escassos para tantas crianças. Não admira, por isso, que o currículo académico estivesse distante daquele que encontramos na primitiva “Universidade plebeia” do Castelo de São Jorge. Limitava-se às primeiras letras, Latim, Desenho e aprendizagem de ofícios (geralmente fora da Instituição). Os mais dotados continuavam a ser encaminhados para Aulas Públicas externas, embora em escasso número. Após a restauração miguelista de 1828, com o clima de violência que se instalou, a Casa Pia viveu em permanente sobressalto. As condições de instabilidade social empurravam para a Instituição cada vez mais gente, e, com a guerra civil de 1832-34, o Desterro revelou-se absolutamente insuficiente.
A Casa Pia no Liberalismo Monárquico 1834-1910 A instalação da Casa Pia nos Jerónimos não esperou pela expropriação do Mosteiro, então habitado por pouco mais que meia dúzia de monges. O decreto de 28 de Dezembro de 1833, da Secretaria de Estado dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça, ordenava a transferência da Casa Pia para o Mosteiro dos Jerónimos. Em Abril de 1834, D. Pedro IV visitou a Casa Pia. A 9 de Maio de 1835 foi promulgada uma ambiciosa reforma que procurava restaurar a Instituição, devolvendo-lhe o prestígio que tivera no tempo de Pina Manique. A segunda metade do século XIX, na Casa Pia, ficou assinalada pelas provedorias de José Maria Eugénio de Almeida (1859-1872) e Francisco Simões Margiochi (1889-1897). É neste período que a Instituição alarga as suas instalações para os terrenos anexos ao Mosteiro dos Jerónimos, cuja cerca, bem maior do que o espaço que actualmente pertence à Instituição, incluía toda a encosta do Restelo. A primeira Escola Normal portuguesa, integrada na Casa Pia, começa a funcionar em 1878. Desenvolve-se o ensino artístico, musical, técnico-profissional e agrícola, nos quais a Casa Pia se mostraria pioneira. Esse pioneirismo revelou-se também na ginástica e na prática desportiva, que iriam dar excelentes frutos nas primeiras décadas do século seguinte. O último provedor da Monarquia foi Ramada Curto, cuja passagem pela Casa Pia não ficou particularmente assinalada. O mesmo não pode dizer-se, no entanto, do dirigente seguinte, António Aurélio da Costa Ferreira, médico de renome e pedagogo eminente, nomeado pelo seu amigo António José de Almeida para o novo cargo de director, que substituía o de provedor e absorvia as funções dos antigos directores pedagógico-administrativos. Costa Ferreira foi pioneiro da psicologia do desenvolvimento e da psicologia escolar na Casa Pia, defendendo a prévia detecção das aptidões de cada aluno, numa antecipação daquilo que viria a ser a orientação vocacional e profissional. Recusava-se a aceitar uma Casa Pia que fosse “um internato monstro, meio convento e meia caserna” apostando também na integração precoce dos jovens alunos na vida activa. As dificuldades resultantes da entrada de Portugal na Grande Guerra repercutiram-se, como seria de esperar, na Casa Pia: não só os jovens alunos do Curso de Sargentos (criado em 1903) foram mobilizados, como as carências alimentares e de vestuário afectaram significativamente as crianças. E o pós-guerra não foi melhor. Apenas nos meados da década de 20 as circunstâncias nacionais e internacionais permitiram melhorar as condições de vida na Instituição. Os alunos educados na Casa Pia nas primeiras décadas do século XX, prosseguiram no caminho da formação integral que sempre foi apanágio casapiano. São estes jovens (entre os quais encontramos Cândido de Oliveira, Ricardo Ornelas e Ribeiro dos Reis) que se tornam pioneiros, entre nós, de novos desportos como o futebol e o basquetebol, e entusiásticos praticantes de outros desportos mais antigos, como o atletismo, a esgrima e a natação. E fundaram, para si e para os seus companheiros saídos da Casa Pia, um clube onde todos pudessem entregar-se livremente a essa verdadeira paixão pelo desporto – o Casa Pia Atlético Clube (1920). A Casa Pia no Estado Novo 1933-1974 Em 1935, o Estado Novo dá início a uma profunda reforma da Assistência, encarregando o respectivo Director-Geral, Braga Paixão, de a preparar e executar. Esta reforma haveria de mudar radicalmente a Instituição Casapiana. São concentrados na Casa Pia de Lisboa todos os estabelecimentos de educação e assistência social dependentes da Direcção-Geral de Assistência: cada uma dessas instituições passaria a ser considerada secção da Casa Pia de Lisboa. Em 1940, o próprio Dr. Braga Paixão assumiu as funções de Provedor. A reforma Braga Paixão (concluída no final de 1942) integrava os seguintes institutos na Casa Pia de Lisboa: Asilo D. Maria Pia, Asilo Nuno Álvares, Instituto de Surdos-Mudos Jacob Rodrigues Pereira, Asilo de Nossa Senhora da Conceição, Asilo de Santa Clara, Asilo 28 de Maio. A “antiga Casa Pia” passava a ser a “Secção de Pina Manique”. Nas décadas finais do Estado Novo (50 e 60), a Casa Pia de Lisboa reforçou esta tendência autoritária, centralista e nacionalista e a Instituição atravessou um período cinzento, sem chama, com as crianças e jovens sofrendo algumas privações. Do ponto de vista pedagógico, todavia, a qualidade do ensino, particularmente do ensino técnico-profissional, manteve-se, o que permitiu conservar muito do prestígio herdado da “antiga Casa Pia”.
A Casa Pia no Portugal Democrático a partir de 1974
A partir das Provedorias de Baptista Comprido, Damasceno de Campos e Luís Rebelo, no começo dos anos 80, procurou-se pôr ordem na Casa Pia, reorganizá-la e modernizá-la em termos de espaços físicos, apetrechá-la para uma educação adaptada aos novos tempos. Desmassificou-se o Internato, substituindo as enormes e caóticas camaratas de 60 ou 70 alunos, por lares com pouco mais de uma dezena de crianças ou jovens, incluindo alguns lares fora dos colégios; alargou-se a oferta educativa, sobretudo através da criação de novos cursos técnico-profissionais; abriram-se mais e melhores perspectivas de prosseguimento de estudos; reabilitaram-se os espaços dos diferentes colégios e construíram-se outros de raiz; prosseguiu-se e cimentou-se uma política de colaboração entre a Casa Pia e as diferentes instituições de ex-alunos. Em Novembro de 2002, a Casa Pia de Lisboa conhece um dos períodos mais críticos de toda a sua história: O caso da pedofilia. Este viria a marcar uma nova fase na vida da Instituição. Catalina Pestana foi a 1ª mulher Provedora da Casa Pia de Lisboa, entre 2002 e 2006. A sua Provedoria ficaria marcada principalmente pela necessidade de enfrentar as graves repercussões desse caso. É então criado o Conselho Técnico-Científico encabeçado pelo Eng.º Roberto Carneiro, que analisou a situação da Casa Pia e propôs um conjunto de medidas reformistas. Daqui resulta o relatório: Casa Pia de Lisboa – Um Projecto de Esperança. Entretanto, a Resolução do Conselho de Ministros nº2/2006, de 6 de Janeiro, determina a reestruturação da Casa Pia de Lisboa e, por Decreto-Lei nº10/2006 de 13 de Janeiro, é criada a Comissão Instaladora da Casa Pia de Lisboa presidida por Maria Joaquina Madeira, na sequência, foi aprovada a Lei Orgânica e os Estatutos da CPL.
A Casa Pia Hoje São cinco os eixos estratégicos orientadores da mudança:
A Casa Pia de Lisboa aposta no futuro, com o objectivo último de servir melhor as crianças, os jovens e as suas famílias e de responder, de forma mais eficaz e eficiente, aos problemas do nosso tempo, prestigiando a sua História.
Retirado do site:
Hoje, 3 de Setembro de 2010, fez-se JUSTIÇA no caso de pedofilia.
Reconheceu-se que estes jovens não mentiam e foram, de facto, abusados.
Condenaram-se os arguídos deste processo
O FUTURO sorri para os Casapianos.
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Professor SEBASTIÃO da GAMA

Palavras escritas por Sebastião da Gama no dia 23 de Março de 1948 e publicadas no seu livro intitulado “Diário” onde faz o relato da sua vida de professor de Português, nesta data na Escola Comercial Veiga Beirão.
Ouve o video em:
Como vai ser a China/Mundo do futuro
Chamo a atenção para este texto. Infelizmente, o preconizado irá acontecer no mundo ocidental.
Em Portugal está a acontecer, e não vejo nem governantes, nem empresários, tomar medidas para evitar o inevitável.
Quem trabalha na área comercial ou em marketing perceberá perfeitamente o alerta vindo deste texto.
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A verdade é que agora, tudo o que compramos é made in China. Eis um aviso para o futuro!
Esta crise é já o resultado disto… e eu nego-me a comprar produtos à China… |
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A China do Futuro Alguns conhecidos voltaram da China impressionados. Um determinado produto que o Brasil fabrica num milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões… Em breve, por exemplo, já não haverá mais fábricas de tênis ou de calçado pelo mundo ocidental.Só as haverá na China. PEDE-SE A TODOS QUE REFLITAM E COMECEM A COMPRAR JÁ PRODUTOS DE FABRICO NACIONAL DO SEU SEMELHANTE, DO SEU AMIGO, DO SEU VIZINHO – ANTES QUE SEJA TARDE!… |
As Bactérias que pode ter a tua bolsa/saco/mala de mão…

Minha mãe fica muito chateada quando os convidados chegam e atiram as suas bolsas para cima do balcão onde ela cozinha ou prepara os pratos. Ela sempre diz que as bolsas estão realmente sujas, por conta de onde estiveram antes.
Embora possamos saber o que está dentro das nossas bolsas, fazes alguma idéia do que está do lado de fora delas?
As mulheres levam-nas a todos os lugares, do escritório aos sanitários públicos e daqui ao chão do carro… A maioria das mulheres não vivem sem as suas bolsas, mas já paráste para pensar onde anda a tua bolsa durante o dia?
‘Eu conduzo em autocarro escolar, por isso a minha costuma ficar no chão “,diz uma mulher, ‘No piso do meu carro, e nos banheiros’.
"Eu coloquei a minha bolsa no chão dos carros de compras e no chão do banheiro", diz outra mulher ‘e, claro, na minha casa, que deveria ser limpa. "
Para descobrir se as bolsas transportam uma grande quantidade de bactérias, decidimos testá-las no Nelson Laboratories, em Salt Lake, e, em seguida, partimos para testar a bolsa comum da mulher média.
A maioria das mulheres disse-nos que elas nem imaginam o que está no fundo das suas bolsas. A maioria disse que em casa elas costumam deixar as bolsas em cima de mesas e balcões de cozinha onde o alimento é preparado.
A maioria das senhoras com quem conversámos disseram-nos que não ficariam admiradas se as suas bolsas tivessem pelo menos um pouco de sujeira.
Acontece que as bolsas estão tão surpreendentemente sujas, que mesmo os microbiologistas que as testaram ficaram chocados…
A microbiologista Amy Karen, do Nelson Labs, diz que quase todas as bolsas que foram testadas não só apresentaram níveis elevados em bactérias, mas espécies de bactérias muito nocivas. Pseudomonas que podem causar infecções oculares, Aurous Staphylococcus que podem provocar infecções cutâneas graves, as salmonelas e E-coli encontradas nas bolsas podem causar doenças graves. Numa amostragem, quatro dos cinco bolsas testadas obtiveram positivo para as salmonelas, e isso não é o pior. "Há coliformes fecais nas bolsas", diz Amy. Bolsas de couro ou vinil tendem a ser mais limpas do que bolsas de pano, e o estilo de vida parece desempenhar um papel. As pessoas com filhos tendem a ter bolsas mais sujas do que aqueles sem filhos, com uma excepção. A bolsa de uma mulher solteira que frequentava boates tinha uma das piores contaminações de todas. "Algum tipo de fezes, ou, eventualmente, vômito", diz Amy.
Assim, a moral desta história é que a tua bolsa não vai matar-te, mas ela tem o potencial de te fazer ficar muito doente se a mantiveres em lugares onde comes. Usa ganchos para pendurar a tua bolsa em casa e nos banheiros, e não a coloques sobre a mesa ou na bancada da cozinha. Especialistas dizem que deves ver a tua bolsa da mesma forma que vês um par de sapatos.
"Colocares um par de sapatos na bancada é a mesma coisa que colocares a tua bolsa…" que tal como os sapatos também andou por locais onde as pessoas andaram, se sentaram, espirraram, tossiram, cuspiram, urinaram, defecaram, etc!
O microbiologista no Nelson Lab disse ainda que a limpeza periódica da bolsa vai ajudar bastante: Lave as bolsas de pano e usa limpa-couro para limpar o fundo das bolsas de couro.
Quem afunda este País, alguém me explica???
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Da estratégia do Governo também faz parte uma série de regras que visam um controlo mais apertado dos apoios e benefícios sociais, por forma a diminuir a despesa do Estado…
Embora as medidas adoptadas pelo Governo apontem para a melhoria das contas públicas, os sacrifícios que elas implicarão na carteira e nos rendimentos disponíveis dos portugueses poderão ao mesmo tempo ser uma ameaça ao crescimento económico, o que poderá tornar infrutífero o objectivo de consolidação orçamental, na medida em que o défice orçamental é medido em percentagem do Produto Interno Bruto e se este descer o défice até pode subir…







