ORÁCULO de DELFOS

 

Anda a preocupar-me que a Grécia se tenha estatelado e que Portugal se siga na cambalhota…

 Mas, como devemos ser UE para o bem e para o mal, lá vamos ajudar a Grécia.

UE –  30 mil milhões de euros.

Portugal –  774 milhões de euros.

?

Uma bagatela…

Uma coisa boa advém disto:

Estatelamo-nos de vez que esta agonia, de cair ou não cair, também stressa!!!

 

Sacerdotisas de Apolo:

– Faz sentido Portugal entrar nesta ajuda à Grécia?

 

 

2 thoughts on “ORÁCULO de DELFOS

  1. Bom dia Princesa!Pois é!! Isto é para começar. O começo das retribuições! A "teoria Social das trocas", em acção. Aceitaste receber…pensavas que era só estender a mão? Quem decide estender a mão e aceitar uma oferta tenha ela cobertura legal ou seja corrupta…já sabe que um dia vai ter que começar a devolver e que poderia ser na pior altura, como no nosso caso. Agora para nós, é um mau momento!! Todos sabiam que o dia de retribuir e de ajudar outros países da família europeia, iria chegar. E os que se comportaram de forma pouco responsável, como se nunca isso fosse acontecer… lixaram-se! (desculpa!) É o socialismo! Distribui-se a riqueza… distribui-se a miséria…Não sei se leste um texto que bloguei do Vitor Monteiro que está muito interessante e de fácil compreensão e que legenda muito bem esta cena que está a acontecer-nos. Vou buscá-lo e deixo-to aqui.Beijinho e se puderes aproveita o Sol.NauA Verdade… nua e crua !SIMPLES, E MUITO BEM EXPLICADO!Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e "justo."O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas." Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seria "justas." Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"…Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficouindignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado. Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma.Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como resultado, a segunda média das provas foi "D".Ninguém gostou.Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por \’justiça\’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano… Para sua total surpresa.O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado."Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."Veja abaixo…!"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustenta-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação."É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."Adrian Rogers, 1931

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