FÁTIMA – Altar do MUNDO

 
 
 
O ontem…
 

Era o dia 13 de Maio de 1917. Brincavam os três pastorinhos na Cova da Iria, uma pequena propriedade pertencente aos pais de Lúcia, localizada a 2,5 km de Fátima, quando por volta do meio-dia e depois de rezarem o terço, observaram dois clarões como se fossem relâmpagos. Com receio de começar a chover, reuniram o rebanho e decidiram ir-se embora, mas no caminho e logo abaixo, outro clarão teria iluminado o espaço. Nesse instante, teriam visto em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), "era uma Senhora vestida de branco e mais brilhante que o Sol, espargindo luz mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente", descreve Lúcia. "A sua face, indescritivelmente bela não era nem triste, nem alegre, mas séria, com ar de suave censura. As mãos juntas, como a rezar, apoiadas no peito e voltadas para cima. Da mão direita pendia um rosário. As vestes pareciam feitas só de luz. A túnica era branca e branco o manto, orlado de ouro que cobria a cabeça da Virgem e lhe descia até aos pés. Não se Lhe viam os cabelos nem as orelhas." Os traços da fisionomia Lúcia nunca pôde descrevê-los, pois a sua formusura não cabe em palavras humanas. Os videntes estavam tão pertos de Nossa Senhora – a um metro de distância, mais ou menos – que ficavam dentro da luz que A cercava. . .  

O hoje…

 

4 thoughts on “FÁTIMA – Altar do MUNDO

  1. Era a tarde mais longa de todas as tardes que me aconteciaEu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardeciaEra tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordiaQuando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardiaQuando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pediaE na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morriaEm nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanheciaEra tarde de mais para haver outra noite, para haver outro diaMeu amor, meu amorMinha estrela da tardeQue o luar te amanheça e o meu corpo te guardeMeu amor, meu amorEu não tenho a certezaSe tu és a alegria ou se és a tristezaMeu amor, meu amorEu não tenho a certezaFoi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceramDos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheramFoi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceramE da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeramForam noites e noites que numa só noite nos aconteceramEra o dia da noite de todas as noites que nos precederamEra a noite mais clara daqueles que à noite amando se deramE entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreramEu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é prantoÉ por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no cantoEssa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recantoEssa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espantoMeu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto!Do meu grande e querido amigo,ARY DOS SANTOSbeijokinhas

  2. Ola querida,Pois neste caso eu preferia voltar ao ontem……acredito que bem mais sincero que o hoje…..com esta pompa toda……acredito em Deus…..mas cadda vez menos na Igreja…..que cada vez mais me parece não passar de uma instituiçao…….como muitas que há para ai…..Espero que tenhas um belo fim de semana!Beijos!

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